Manteremos a palavra, a mesma que se escreveu em rocha liquida, de onde o ouro escorre.
Diamante. Os olhos que reluzem nas trevas deixam um laivo de destruição.
Na mesma sintonia, na mesma frequencia, onde os ogres se contorcem.
O anjo da morte abriu a trompeta real e de lá sairam as pragas.
São dezenas de anjos, os mesmos que pintam nas nossas frontes a cor da entrada.
Caminhamos lado a lado, como duas mariposas á espera de poiso.
Sabemos que a união foi uma realidade e que guerra deixou de existir, nos nossos corações, nas nossas vidas.
A atmosfera terreste é extremamente agressiva, temos de descer sempre camuflados para que os nossos ancestrais nos abram a porta.
Uni me ao teu universo, o universo sem dor, onde a alegria reina e o amor conquista a cada momento um som que advem do nosso interior.
Somos unicos, unidos em simbiose, onde a Liberdade é uma constante, a leveza da alma que levou consigo tudo o que não era preciso e lançou no fogo eterno, as suplicas de um novo mundo.
Viajamos no cosmos, sentimos o vento de uma nortada. Levantamos ancoras pelo caminho e suprimimos as dores de uma mãe que suplicou pela sua vida.
Conquistou a pulso, o seu lugar, o seu amar, a vida eterea onde se ouvem as gargalhadas de um nucleo destruido desde a sua criação.
Viagem ao centro da terra, a mesma que nos envolve e que nos leva ao humus do renascer.
Somos pó, pó estelar e de onde saimos, também sabemos entrar.
Somos eximios onde a perfeição se requer como uma obrigação.
Não queremos a luta, queremos a paz, a paz absoluta onde nos rendemos a quem nos entende e a quem na nossa prole se sacia.
Viagem!
Viagem no tempo, ano 589745 do calendario Maya
O coco é uma excelente bebida, mas que seja sempre fresca, como a brisa do mar!